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Comportamento social dos colaboradores

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Comportamento social dos colaboradores

Tomar decisões nunca é fácil. Ainda mais se elas envolvem a vida de outras pessoas. E o que dizer do ambiente corporativo, quando lidamos com equipes formadas pelos mais diversos valores. Não é raro um colaborador que performa bem, mas não se enquadra ao Culture Code da empresa. Essas diretrizes servem exatamente para preservar a cultura institucional, fortalecendo sua identidade e seus processos internos. Neste cenário de Transformação Digital, o comportamento social tem ganhado uma dimensão cada vez mais complexa.

O fato é que com a popularização das mídias sociais, inclusive no local de trabalho, fica cada vez mais difícil manter o controle. E são poucas as empresas que têm uma política consistente e transparente no uso das redes. Algo tão fundamental quanto às políticas de discriminação e de sustentabilidade.

Pesquisa do Pew Research Center mostra que apenas um pouco mais da metade das empresas dos Estados Unidos têm uma política de mídia social. No Brasil, não é muito diferente. Estudo IDC Predictions, que antecipa as tendências e movimentos de mercado para os 110 países em que o instituto de pesquisa atua, mostra que por aqui a Transformação Digital continua em curva ascendente nas corporações.

“É um processo contínuo pelo qual as organizações se adaptam às mudanças disruptivas ou criam essas mudanças. Temos visto mais empresas se capacitarem digitalmente. Mas ainda há uma distância significativa entre os pioneiros e os retardatários, e haverá consequências para as que não conseguirem fazer a transição”, diz Denis Arcieri, country manager da IDC Brasil.

Indústria estruturada

Um sinal dessa tendência é a movimentação dos grandes fabricantes de tablets e smartphones, que já começaram a se estruturar, montando times específicos para vendas corporativas e formando parcerias. A estimativa é de que o mercado corporativo demande 3,5 milhões de tablets e smartphones, o que representará 6% do volume total de vendas desses dispositivos no Brasil em 2018.

Diante desse cenário, uma estratégia consciente pode tornar os colaboradores os maiores promotores de uma empresa. Mas isso também significa que os empregadores devem ser prudentes no monitoramento de postagens de redes sociais para evitar que informações privadas ou inapropriadas sejam compartilhadas.

Temos tido exemplos desastrosos do que uma má gestão de redes sociais pode causar. Recentemente a deputada federal Cristiane Brasil, indicada pelo presidente Michel Temer para assumir o ministério do Trabalho, postou um vídeo em que questiona “quem têm direitos a mover ações trabalhistas”. A ideia era se defender no processo da posse barrada pela Justiça justamente por não cumprir os direitos trabalhistas de um antigo motorista.

O tiro saiu pela culatra, como se diz. E só agravou a situação levando a diversos questionamentos nas próprias redes sociais se não havia um assessor para orientá-la. Ou se, dentro do próprio governo, não havia o famoso departamento de “vai dar merda”.

Em outro caso recente, um jovem foi demitido durante o Carnaval por publicar uma foto no Instagram sugerindo que seria roubado por um grupo de negros. A empresa Studio Vitoria, local onde trabalhava, no Espírito Santo, afirmou que tomaria as atitudes necessárias e que um funcionário com este perfil não interessava a companhia.

Essas e tantas outras polêmicas só reforçam que a gestão adequada do fluxo de informações se mostra bem mais fácil do que gastar um valioso monitoramento de tempo e energia proibindo-as ou contornando-as, depois que a coisa toda viraliza.

Influenciados por políticas proativas da empresa, os hábitos das mídias sociais das equipes podem promover gratuitamente o negócio, proporcionar maior moral da instituição e estabelecer novos relacionamentos com clientes, entre outros benefícios.

 



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